HIPNOSE

- História da Hipnose
- Sugestibilidade
- Hipnose Clássica
- Hipnose Naturalista


História da Hipnose
SEC. XXX aC. Egito- Os sacerdotes induziam um certo tipo de estado hipnótico.
SEC. XVIII aC. – China- Induzia-se um certo tipo de transe hipnótico para se buscar a aproximação entre os pacientes e seus antepassados.
MITOLOGIA GREGA- Asclépios aprendeu com Centauro Quíron um tipo de sono especial que curava as pessoas.
SEC.XI Avicena (980- 1037) sábio filósofo e médico iraniano acreditava que a imaginação era capaz de enfermar e de curar pessoas.
SEC. XVI (1493- 1541)- Paracelsus acreditava na influência magnética das estrelas na cura das pessoas doentes.
SEC XVIII- Franz Anton Mesmer (1734- 1815)- Inaugurou a fase científica da hipnose. O início da história formal da hipnose se deu em 1765 com os trabalhos de Mesmer com seu magnetismo animal...
 
Outros autores:
O abade Lenoble
Paracelsus
Jan Batist V. Helmont (1579- 1644)
Robert Fludd
James Kircher
Greatrake
Jan Joseph Gassner
-Marquês de Puységur (1751-1825)- Um discípulo de Mesmer que descobre o sonambulismo artificial.
Pe. José Custódio de Faria (1755-1819)- Mais conhecido como abade Faria. Teve contato com as idéias de Mesmer, defendeu-as e sustentou a idéia de que o transe se assemelhava ao sono.
SEC. XIX- James Braid (1795-1860)- Cunhou o termo HIPNOTISMO. Do grego Hipnos-Sono.
-James Esdaile- Médico inglês, utilizou as técnicas de Mesmer para fazer cirurgias sem anestesia durante a Guerra na Índia. Publicou o livro “Mesmerismo na Índia”, em 1850.
-A escola de Nancy (de Liébeault, de Bernheim e de Couré) - Considerava o estado de transe como normal ao invés de patológico.
-A Escola de Salpêtière (Charcot)- Onde Freud  fora seus estudos, considerava o estado do transe como algo que só acontecia com o estado patológico.
-Ambroise A. liebalt (1823-1904)-Assemelhava o transe ao sono, só que o transe resultava de sugestões diretas.
-Hyppolyte Bernheim (1840-1919)- Considerava o transe um estado de “reforçada sugestibilidade causada por sugestões”.
SEC. XX
-Ivan Pavlov (1849- 1936)- Transe => “sono incompleto”, causado por sugestões hipnóticas.
-Pierre Janet (1849-1947)- Descreveu o transe como dissociação. Introduziu o termo subconsciente para diferencia-lo do inconsciente.
-Freud, abandonou a hipnose e partiu para a associação livre.             
1918- No Congresso de psicanálise de Budapeste- frisou a importância de lidar a psicanálise à hipnoterapia.
1938- Falou da legitimidade de alguns fenômenos hipnóticos- no Esboço de Psicanálise.
-Clark L. Hull (1984-1952)- Considerava os fenômenos hipnóticos como uma resposta adquirida, igual aos hábitos.
-Kris (1952) - Regressão dirigida a serviço do ego
-André M. Waitzenhoffer (1921-1953)- Reforça o conceito da aprendizagem, mais caracteriza o transe como experiência naturalista.
-Milton H. Erickson (1901-1980)- Percebeu a natureza multidimensional do transe, que se modifica experencialmente de pessoa para pessoa.

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Sugestibilidade
WEITZENHOFFER- Sugestibilidade “é a capacidade de responder às sugestões”. E sugestão seria “uma comunicação que evoca uma resposta involuntária que reflete o conteúdo ideacional da comunicação”.

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Hipnose Clássica
Indução de transe formal associada às sugestões diretas.
Para que a sugestão direta seja afetiva é necessária a profundidade do transe.

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Hipnose Naturalista
“A terapia é única pára um único cliente, construída para as necessidades e situações daquele sujeito”.
(Erickson, 1980, Vol. 1-pg. 15)
 
Terapia Naturalista: A natureza do sujeito
Utilizar o que o paciente traz.
 
Postulado Básico
Há uma mente inconsciente que pode ser acessada e mobilizada para produzir alívio psicológico, liberando material recalcado, fazendo mudanças importantes na resolução de problemas.
 
Objetivo da Hipnose Naturalista:
Trazer à tona a natureza do sujeito para curá-lo.
 
A terapia de Erickson se baseia em
3 Ms e 2Rs.

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